Se tu soubesses
Que te amo
Não fazias
O engano
De me deixar partir.
Se tu soubesses
Que te amo
Como o jardineiro
A flor
Já terias me dito:
Também te amo meu amor!
Se tu soubesses
Que te amo
Em todo o tempo
Não tem hora
E nem momento
Que tu saias
De meu pensamento.
Se tu soubesses
Que te amo
Quem sabe
Teu triste olhar
Pudesse com o meu
Encontrar.
Se tu soubesses
Que te amo
Que maravilha seria
Em teus braços
Acordar.
( Cáh Morandi )
março 03, 2007
fevereiro 27, 2007
Sobre o amor
O melhor é quando você ama e é amado ao mesmo tempo. É saber falar e ouvir. Chorar e sorrir. Ir devagar e ir rápido. Porque amor é ser companheiro em tudo, ser a mão sempre firmes segurando as dele e ele ser o peito que você possa se abrigar quando se sentir insegura. Amar é deixar que as almas se entendam quando não haver mais palavras. É no meio da noite acordar seu amado para uma dança no quarto. É ser acordada com um beijo.É aquele tapinha na bunda discreto num evento social; É parar pra conversar quando o amor estiver esfriando. É aquele streap tease surpresa. É aquele ligação inesperada no meio tarde, só pra dizer: "tô pensando em você". Amar é doar-se, por inteiro e completo a qualquer hora, em qualquer lugar, mas com uma UNICA PESSOA. Amar de verdade, é só uma vez só na vida, e amor não escolhe a quem, nem a cor dos olhos, nem a idade, nem se ela vai ser mais magrinha ou vai ter um sorriso engraçado, ou se ele vai andar com as pernas meias tortas e fazer caretas na hora do amor. Amar, é rir a qualquer hora, é beijar no restaurante, no carro, na frente dos filhos ou dos pais. Amor é pra ser feito a qualquer a hora, a qualquer tempo!!!
Quer fazer amor comigo ?
( Publicado no tópico "Sobre o amor", na comunidade Poesia, Humor e Cia.)
Quer fazer amor comigo ?
( Publicado no tópico "Sobre o amor", na comunidade Poesia, Humor e Cia.)
fevereiro 25, 2007
Tarde da Dança
Dançaria nessa tarde
Entre as flores
Comigo?
Me rodarias no espaço
Onde o vento
Levantaria meu vestido ?
Me olharia fundo nos olhos
E sem que disse nada
Me beijaria ?
E sem pensar em depois
Meu corpo jogaria na terra
E sem pressa me amaria ?
Depois de exaustos,
Me deitaria me teu peito
E que palavras me diria ?
Seguraria minhas mãos
E juntos olharíamos para o céu
E alguma promessa faríamos ?
Eu te juro a minha vida.
E todos os meus dias.
Me juras tua eternidade nessa tarde florida ?
( Cáh Morandi )
Não sei nada de palavras
fevereiro 24, 2007
Versinhos
1
“ Rodava a vida ao meu redor
Eu tinha umas palavras bonitas
Mas hoje tô sem rima
Pra te falar de amor.”
2
“ Eu vou dizer bem baixinho
O que eu grito para o mundo ouvir
Vou te contar, meu reizinho,
Que quero ao teu lado dormir.”
3
“Pega minha cintura nessa dança
Segura meu corpo com desejo
Me puxa pra perto e me lança
Que na volta eu te roubo um beijo”
4
“ Ensaboei teu corpo nu na banheira
Ouvi teus gemidos de prazer
E antes que chegue a saudade derradeira
Vem amor, amor comigo fazer.”
5
“ Não sei rimar amor com você
Eu tentei, mas não deu de fazer.
Então tive que usar o umbigo
Pra rimar você comigo. "
1
“ Rodava a vida ao meu redor
Eu tinha umas palavras bonitas
Mas hoje tô sem rima
Pra te falar de amor.”
2
“ Eu vou dizer bem baixinho
O que eu grito para o mundo ouvir
Vou te contar, meu reizinho,
Que quero ao teu lado dormir.”
3
“Pega minha cintura nessa dança
Segura meu corpo com desejo
Me puxa pra perto e me lança
Que na volta eu te roubo um beijo”
4
“ Ensaboei teu corpo nu na banheira
Ouvi teus gemidos de prazer
E antes que chegue a saudade derradeira
Vem amor, amor comigo fazer.”
5
“ Não sei rimar amor com você
Eu tentei, mas não deu de fazer.
Então tive que usar o umbigo
Pra rimar você comigo. "
Estamos

Estamos.
Nós estamos.
Juntos.
Amando.
( Nós estamos amando juntos?)
Estamos num tempo
E na poesia contida.
Estamos na saudade que arde
E na distancia que fica.
No céu que se abre,
E na paixão que domina.
Estamos guardados no templo
Da adoração profunda do ser.
Estamos no instante que ousamos viver.
Estou em ti.
Estás em mim.
Estou naquilo que calas.
Estás nessa poesia que exala.
Nem estava nos planos.
De repente, para sempre, estamos.
fevereiro 23, 2007
Um Corte
Pensei que amar era a coisa mais importante.
Mas se não se tem a quem amar ,
Do que vale um sentimento tão cortante ?
Porque corta, sim,
Corta a alma e os dias,
De vez em quando até a alegria
Que se sente em amar.
E se eu pudesse escolher,
Um amor pra quem viver,
Não queria me cortar.
Se eu pudesse ter uma boca pra beijar
Queria entre muitas,
O meu lábio num príncipe encostar.
Mas amor, nessa vida, não tem rima
E um amor que meu peito não comprima
Eu sei que não vou achar.
Mas se não se tem a quem amar ,
Do que vale um sentimento tão cortante ?
Porque corta, sim,
Corta a alma e os dias,
De vez em quando até a alegria
Que se sente em amar.
E se eu pudesse escolher,
Um amor pra quem viver,
Não queria me cortar.
Se eu pudesse ter uma boca pra beijar
Queria entre muitas,
O meu lábio num príncipe encostar.
Mas amor, nessa vida, não tem rima
E um amor que meu peito não comprima
Eu sei que não vou achar.

Dorzinha no Peito
Dorzinha no peito
Ou é amor ou é saudade
Que me consome e invade
Nessas tardes tão vazias
Quem dera que minhas mãos frias
Tivessem um pouco de teu calor.
E que houvesse em minha boca
Outro gosto que não fosse teu sabor.
Mas é amor ou é saudade
Que dói e que me confunde.
Deus, de certeza meu peito inunde,
Pra que eu não sofra de duvidar
Ou é amor ou é saudade
E eu descobri que tenho os dois:
Amor eu sou toda quando estou perto de ti
Saudade é todo vazio que sou
Quando não estás aqui.
.
.
.
De uma vontade

Deita meu amor,
Deita no meu colo e deixa ali tua tristeza.
Deita como se deitasse em mim para sempre.
Descansa teu corpo sobre o meu.
Repousa tua cabeça em minhas pernas.
E sonha com os dias que seremos eternos.
Deita meu amor,
Que agora eu cuido de teu caminho,
Te deixa aqui em meus braços
E dorme, porque velarei teu sono.
Quando acordares estarei cantando
a canção de nosso dias.
Te segurarei firme contra meu peito.
Te darei o beijo que sempre anseio.
Meu Pequeno, meu Príncipe.
Deita meu amor,
Deita no meu colo e deixa ali tua tristeza.
Deita como se deitasse em mim ...para sempre.
.
.
.
fevereiro 21, 2007
fevereiro 17, 2007

É. Algumas vezes eu me fiz essa pergunta: Carine Morandi, quem tu és? Foi um susto observar que com freqüência mudavam as respostas. O que sei, por enquanto, é que ando me descobrindo. Sou a paixão pela fotografia. Sou uma poesia que surge a qualquer momento. Sou a Natureza de um Príncipe. Sou a vontade uma dança, sou o riso que se perde num olhar. Sou a saudade abafada de um amor. Vez em quando eu tenho medo, vez em quando sou guerreira. Sou o choro que chega de mansinho. Hoje, aqui escrevendo, sou a recordação de um bom momento. Mas revelar-se , assim por inteiro, ninguém seria capaz. Se eu soubesse por um único instante quem eu sou de verdade provavelmente me decepcionaria. To vivendo com o que eu tenho: meus pensamentos, umas palavras perdidas e a esperança que surge de um lugar qualquer. Sou tudo o que me falta. Sou tudo o que eu não tenho. Tem dias que eu gostaria de ser um grito.Também sou o que desejo: um abraço e um beijo do meu príncipe. Uma noite de amor. Devo ter em mim algum vestígio de fé. Do mais tenho certeza: que nenhuma beleza tenho, que o que trago são versos e um coração sagrando, e o que levo é uma saudade de um não sei o quê.
fevereiro 16, 2007
fevereiro 15, 2007
Príncipe, pequenino
De alma tão grande
E olhos de menino
Medo pra quê ?
Tanta coisa errada nesse mundo
Não seria lindo eu e você ?
Se bate mais forte o coração
Deixa-te dormir em meu peito
Segure para sempre minha mão
E quando o mundo se virar para nos ver
Vou me jogar em teus braços
E tão cheia de vontade beijar você.
fevereiro 14, 2007

De vez em quando eu tenho meus surtos, e dá vontade de gritar para o mundo essas coisas que gente sente doer no peito. Essas coisas que nem sei o nome, porque de tantas me confunde e eu não sei bem certo o que sinto... As vezes de noite, como quando a gente acorda de um sonho, me levanto e me sento na cama e fito meus olhos na paisagem que se esconde atrás da cortina transparente e do vidro... E entre as frestas da parede e da janela, por aquele pequenino espaço, já senti tantas vezes minha alma passar. Minha alma vooa para um lugar que meus olhos ainda não viram, e só quando ela volta, às vezes mais gelada, as vezes mais calma, é que consigo dormir. Quanto ao meu corpo, sempre foi essa massa feia e fria. Sempre tive esses cabelos cacheados e que se enrolam ainda mais com o vento, sempre tive essas mãos sem calor, esse sorriso forçado, esse olhar vazio... De vez em quando eu tenho meus surtos... De vez em quando eu sinto uma saudade de um não sei o quê, mas que lateja, Ah Deus, como lateja dentro de mim.Desconfio querer ter a mesma paz e a mesma vontade que tem a minha alma quando voa pela janela.
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